Um dos maiores causadores de impactos ambientais no mundo é o ramo da construção civil, isso pelo fato de estar diretamente ligado a ações que modificam o equilíbrio do meio ambiente. 

Por essa razão foi criada a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) ou Liderança em Energia e Design, que nada mais é do que uma documentação que avalia o desempenho ambiental das construções.

Elaborada pelo United States Green Building Council (USGBC), a certificação LEED fornece a estrutura correta para criar edifícios mais verdes e sustentáveis, a fim de contribuírem com a economia de custos.

A avaliação é feita por pontuações que vão sendo atribuídas de acordo com o preenchimento de requisitos baseados em uma série de critérios, que levam em consideração o ciclo de vida do empreendimento como um todo, da concepção ao descarte de resíduos. São eles:

  • Projeto Integrado (IP)
  • Localização e Transporte (LT)
  • Implantação (SS)
  • Eficiência do uso da água (WE)
  • Energia e Atmosfera (EA)
  • Materiais e Recursos (MR)
  • Qualidade ambiental interna (IEQ)
  • Inovação (IN)
  • Créditos Regionais (RP)

De acordo com a USGBC, a certificação LEED atualmente está presente em mais de 165 países, sendo o sistema mais utilizado no mundo, aqui no Brasil, essa certificação pode ser obtida através do Green Building Council Brasil (GBC), criado em 2007 e adaptado de acordo com a nossa realidade.

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Vidros de controle solar e a certificação LEED

Por ser um material 100% reciclável, com o tempo os vidros foram ganhando mais funcionalidades em suas composições, o que os tornam grandes aliados das construções sustentáveis.

Um exemplo disso é o vidro de controle solar, que por receber camadas metalizadas na fabricação, reduzem a passagem dos raios de Sol, podendo barrar até 80% do calor e quase 100% dos raios UV, garantindo um melhor conforto térmico, reduzindo o consumo de ar-condicionado e luz artificial (responsáveis por boa parte dos gastos de energia).

Os vidros de controle solar refletivos, além de auxiliarem no controle de luminosidade e ofuscamento, aproveitam melhor a luz natural com menor utilização de cortinas e garantem a privacidade durante o dia, sem limitar a vista externa.

 

Já os vidros low-e (baixo emissivo) apesar de serem produzidos pelo mesmo princípio dos de controle solar, tem em sua composição materiais com mais performance em sua camada metalizada, por isso são mais neutros e permitem maior entrada de luz solar, controlando melhor a entrada de calor.

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Tanta eficiência e sustentabilidade fizeram com que esse tipo de vidro fosse exigido para pontuação de obras, no Brasil cerca de 40 projetos possuem a certificação LEED.

 

Estudo de caso: Amazônia Empresarial

Um deles é o Amazônia Empresarial, localizado em Alphaville, projetado pela construtora MPD e assinado pelo escritório Aflalo Gasperini Arquitetos, o edifício corporativo conta com 33.570 m² e uma moderna estrutura com amplas plantas, lobby, elevadores com sistema de antecipação de chamadas e fachadas com vidros especiais de controle solar fornecidos pela PKO do Brasil.

Projetado desde o início para receber a certificação LEED, o projeto recebeu o selo Gold que equivale de 60 a 79 pontos. Para esse empreendimento foram usados vidros laminados refletivos de controle solar em sistema de pele de vidro, que garante rápida instalação e baixa manutenção.

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