Pedras industrializadas trazem beleza, mais resistência e sustentabilidade ao projeto

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Conhecidas como compostos, as superfícies são fabricadas com partículas de rochas naturais e misturadas a resina de poliéster

Superfícies como quartzo, granito e mármore sempre fizeram sucesso em projetos arquitetônicos. Agora, é possível aliar a beleza e a praticidade desse material com a preservação do meio ambiente. Para isso, é indicado utilizar as pedras industrializadas no projeto arquitetônico garantindo assim a beleza, resistência e a sustentabilidade.

Fabricadas com partículas de rochas naturais misturadas a resina de poliéster, essas superfícies de pedras industrializadas têm qualidade e resistência superior às naturais, cores variadas e ainda não prejudicam o meio ambiente, uma vez que são fabricadas com partículas de rochas naturais extraídas da superfície ou com pedaços não utilizados em outras peças.

“As superfícies de pedras industrializadas são o material mais moderno ofertado no mercado atualmente, uma vez que pode ser aplicada em vários locais, como cozinha, banheiro, escada, combina com diversos estilos de arquitetura, tem uniformidade de cor, são resistentes e sustentáveis”, detalha o vendedor da PKO do Brasil, Sérgio Campos. “Estima-se hoje que as pedras industrializadas já atingem cerca de 15% do mercado nacional de superfícies”, completa.

Tipos de pedras industrializadas

A PKO do Brasil comercializa três tipos de pedras industrializadas: o Quartzo Artificial, o Mármore Artificial e a Nano Stone. Todas elas são consideradas mais duráveis que as pedras naturais, além de estarem disponíveis em diversas cores e texturas.

O Quartzo Artificial é composto de pelo menos 94% de matérias orgânicas, principalmente o quartzo e a sílica. Possui aparência sofisticada, resistência ao calor, riscos e impactos, ampla cartela de cores e ainda mantém a textura e o peso das pedras naturais. Pode ser aplicada em bancadas de cozinha e banheiro, escadas, banheiras, pisos e paredes e tampos de mesa.

Já o Mármore Artificial é produzido a partir da junção de partículas de mármore, que podem ser sobras de cortes, com a resina de poliéster por meio de um processo de vibro-compressão a vácuo. Esse material é considerado mais homogêneo que o mármore natural, aceita o repolimento e tem manutenção simples (que deve ser feita com produtos com PH neutro). É indicado para o revestimento de bancadas e paredes e para a fabricação de móveis.

A Nano Stone é feita por meio da nanotecnologia o que resulta em um produto com alta durabilidade, maior resistência e uma coloração branca mais uniforme. Pode ser utilizada em tampos de cozinha, lavatórios, escadas, fachadas e peças decorativas.

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